sábado, 25 de abril de 2015

Diário de Viagem - A Tailândia (parte 1)



Enfim, Tailândia!

Este final de semana será especial! Falaremos só sobre a Tailândia hoje, sábado, e amanhã domingo! Recebemos muitas perguntas sobre nossa viagem e queremos aproveitar também para comentar um pouco nossas impressões já que ainda não fizemos um Diário de Viagem! Porém, para ficar mais dinâmico e divertido convidamos a Vivi para compartilhar conosco suas experiências já que nós viajamos exatamente na mesma semana e para o mesmo local! E foi o mesmo local mesmo pois nos encontramos lá! Hahahahaha! Como este mundo é pequeno!

Neste primeiro post a Vivi nos conta como foi a primeira parte da viagem dela para a Tailândia, mas acima de tudo, ela fala sobre como é fazer a primeira viagem internacional à lazer! Se você ainda tem receio de viajar, não sabe por onde começar, quem sabe a história dela não te inspire?

Com a palavra então, Vivi!

Rogério e eu moramos no Japão há alguns anos e em nossas folgas, visitamos pontos turísticos daqui.
Mas no final de 2014, tivemos o privilégio de realizar uma viagem inesquecível!
E antes de reclamarem por mais um post sobre a Tailândia, já que todo mundo está indo para lá nos últimos tempos, acho legal contar que esta foi nossa primeira viagem internacional a lazer.
Teremos então um ponto de vista totalmente inexperiente no assunto, mas que esperamos poder ajudar aqueles que também tem o desejo, a curiosidade e o medo de conhecer um lugar novo!

PLANEJAMENTO É ESSENCIAL

Sempre tivemos essa vontade em comum de conhecer a Tailândia, mas achávamos ser algo muito caro. Começamos pesquisando em blogs de viagem sobre os locais que gostaríamos de conhecer, uma estação do ano que não tivessem muitas chuvas e datas correspondentes as nossas "férias" do trabalho.
Decidimos pela semana do Ano Novo! E ainda estávamos em abril...
Escolhemos a data de embarque e quanto tempo iríamos ficar fora (uma semana).
Em maio compramos as passagens no site da AirAsia para dia 27 de dezembro por 80 mil yenes + 1 mala cada, ida e volta.
O preço varia muito, então pesquisem várias datas.
Esse preço que pagamos se manteve até agosto. Depois, subiu!
Os hotéis, pesquisamos no site do agoda.com . Mas antes de reservarmos algum, buscávamos referência no tripadviser.com , pois lá as resenhas e fotos são dos próprios hóspedes. Outra dica é optar por aqueles que tenham cofre dentro do quarto!

 UMA JORNADA INESQUECÍVEL

Já era noite quando desembarcamos no aeroporto de Phuket.
Brasileiros não precisam de visto pra entrar na Tailândia, mas no site do consulado tailandês diz "Todos com passaporte brasileiro precisam tomar vacina de febre amarela mesmo estando na Europa ou no Japão, e levar o certificado internacional como comprovante."
Este comprovante é apresentado no balcão de controle de saúde (Health Control), para receber um carimbo de autorização e só depois entrar na fila da imigração.
Como não moramos no Brasil, passamos no Health Control e explicamos que não tínhamos tomado a vacina e nos liberaram o carimbo. Porém na imigração, pediram um documento que provasse residência no Japão. Mostramos nosso 'RG' japonês e assim entramos na Tailândia.
Na próxima, vamos optar pela vacina! Rs!

Quando esperávamos por nossa bagagem, espanto: elas não chegaram! E não chegaram junto com a bagagem de metade das pessoas do nosso voo!
No balcão da AirAsia, nos foi informado que talvez chegasse no dia seguinte. Minha viagem dos sonhos tinha se transformado em pesadelo!!!!

Pegamos o táxi que já havíamos deixado reservado por email com o hotel e seguimos para lá. Após uma hora de viagem de carro, chegamos ao nosso hotel em Kata. Eu estava muito triste pela bagagem e Rogério tentava me animar a todo instante. Na verdade eu estava uma chata e uma hora pensei: "Demoramos um tempão para realizar essa viagem, e agora estou estragando tudo. Não é justo com Rogério"
Então virei pra ele e disse: "Não vai ser uma bagagem que vai nos atrapalhar, amor! Vai ser legal com ou sem ela". Ele abriu um sorrisão e daí pra frente tentamos ver só as coisas boas afinal, reclamar não ia ajudar nada.
Por sorte o comércio em Kata é grande e fica aberto até umas 22, 23 horas. Tem de tudo, roupas, sandálias, biquínis, em lojinhas que lembram muito o comércio popular do Brasil. Comprei uns vestidos e um biquíni e Rogério escolheu umas camisetas e bermudas. Algo para passarmos uns dias até a bagagem aparecer, né!^^
Os vendedores nos perguntavam da nossa nacionalidade e não acreditavam que éramos brasileiros. Muitos perguntavam se nós éramos da Malásia! Eu ria muito! A maioria dos tailandeses foram simpáticos e gostavam de conversar.

E a dica para quando forem gastar é sempre pedir desconto. Antes de comprar, nós já combinávamos: quando o Rogério perguntava o preço, eu falava que não era para comprar porque estava caro e assim o vendedor achava que eu era uma chatona e abaixava o preço para o bonzinho do marido! Rs!
Eles também querem vender, então sempre colocam um preço mais caro, sabendo que os clientes irão barganhar! Até nas lojas de câmbio (que tem em todas as esquinas), nós pedíamos um descontinho e dependendo, eles ajudavam.

Há vários bares também e muita música.
Sobre alimentação, escolhemos os restaurantes que tinham pratos variados. Não podemos reclamar, pois haviam restaurantes para todos os gostos! Se possível, levem aqueles pacotinhos de lenço umedecido (com álcool!) para limpar as mãos antes das refeições! Muitos turistas reclamam de passar mal com intoxicação alimentar, mas nem sempre a culpa é do alimento! Nós não passamos por nenhum problema como esse!

Tailândia é um ótimo lugar para gastar pois 10 dólares equivalia a 320 bahts quando estávamos lá.
Cada vestido, paguei uns 300 bahts e por refeição, gastávamos em torno de 800 a 1.000 bahts.

KATA BEACH

Na manhã seguinte a nossa chegada, fomos conhecer a praia de Kata.
Um ônibus gratuito passava em nosso hotel e em 10 minutos estávamos na praia. Podíamos ir caminhando também, pois era pertinho.



A praia era fascinante. Algumas ondas e água com temperatura muito gostosa! Entretanto, o mais encantador era cor do mar!
Quando entramos no mar, senti que todo esforço economizando até chegar ali, tinha valido muito a pena!
Um ponto legal sobre Kata é ser uma praia bem familiar, muitas crianças e também vovôs e vovós curtindo por ali! E muitos e muitos russos. Famílias, jovens, velhos, todos os russos fora da Rússia estavam ali. Rs!


Não encontramos nenhum brasileiro, por incrível que pareça. Acho que Kata não é um destino muito conhecido. Fomos por indicação de nossos primos pois queríamos um lugar para relaxar! Por ali haviam algumas barraquinhas de sucos, comidas e alguns ambulantes, mas bem poucos.
Nós amamos essa praia e já queremos voltar logo para lá.

RAYA ISLAND

Dentro do hotel que ficamos, marcamos um passeio para conhecer a ilha de Raya (ela também é conhecida como Racha!). 
O passeio incluía uma van que nos buscava no hotel até o porto para pegarmos uma lancha (Speed Boat), equipamento de mergulho, almoço e café da tarde na ilha;  depois nos trazia de volta ao hotel no fim do dia.  
Pagamos 2300 baths por pessoa e às 8h30 da manhã a van passou para nos buscar.
Se eu fiquei encantada com a praia de Kata, quando chegamos em Raya, meu coração pensou que não iria aguentar! 
Foi de longe a praia mais linda que já vi em toda minha vida! Areia branca e mar com vários tons de azul e verde, sem explicação!
Agradeci a Deus por me deixar chegar até ali!
Saí do Speed Boat e fiquei na praia com um pequeno grupo, Rogério partiu para fazer mergulho com outro. 
 Ele contou que pôde nadar com muitos peixes coloridos e se encantou! 



Quando estava sozinha na praia, uma turista chinesa muito simpática queria conversar comigo, mas não falava uma palavra em inglês! Usamos muito do idioma universal das mímicas, mas estava meio complicado, não entendi nem o nome dela. Mas foi muito legal e engraçado! 
Depois de uma hora, Rogério voltou e curtimos a ilha! 
O almoço foi com mesas sobre a areia, debaixo das árvores. Comida típica tailandesa, saborosa e por sorte, não estava muito apimentada. Sentamos junto com alguns turistas russos, que não estavam muito a fim de fazer amizade, rs!
Na ilha haviam poucos turistas e lá também não encontramos brasileiros. Havia uma pequena loja de conveniência, um banheiro com chuveiro que eram pagos para uso. O clima estava muito gostoso, uns 30° e a tarde, choveu, agitando um pouco o mar para nossa volta. 
Eu sou medrosa e confesso que fiquei com medo e até rezei por alguns instantes! Mas é seguro (acho!), eu que sou boba mesmo! 
Se você for a Tailândia, não deixe de conhecer Raya! 
Foi um lugar que valeu muito a pena visitar!



Ficamos mais uns dias em Kata e depois fomos conhecer outra ilha, PhiPhi! 
Todos perguntam se gastamos muito e acho que essa é a primeira preocupação de viajantes iniciantes! 
Era nossa preocupação também!


Vimos que não é preciso economizar tanto assim! Na verdade, fizemos um cofrinho e com o que juntamos, pagamos hotel e tudo que gastamos na Tailândia! 
Se você conseguir planejar com antecedência como nós fizemos, não tem  preocupação com grana! 
É só tentar não sofrer tanto com a ansiedade depois! Rs! 
Outro detalhe é não levar muita roupa e se possível, leve na mala de mão! Lá as roupas são baratas e a gente sempre quer comprar alguma coisa, né! 
Não deixem de provar o Shake de Melancia! 
E caso acontecer algo que não está previsto, pense que para melhorar, basta um outro ponto de vista! Não deixe que sua viagem dos sonhos se perca por algum aborrecimento! 
Ah, nossa bagagem chegou certinha depois de 2 dias, um dia depois do meu aniversário! Que presente de grego, digo, tailandês esse que recebi, não é mesmo! ^^
Vou deixar mais fotos da viagem no meu blog: gangdamakeup.com 
Obrigada Clube da Necessarie pela oportunidade em contar minha história! 

 Beijos e até a próxima trip! 

E a aventura continua no próximo post!


Beijos,

Vivi e Amanda

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