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terça-feira, 28 de abril de 2015

O batom Açaí da Julia Petit para a MAC!


De todos os batons que a Julia Petit lançou com a MAC, certamente o Açaí foi o mais comentado. Seja pela cor dele ser uma tendência, ou mesmo por sua semelhança com uma outra cor famosa da marca, o Rebel, este vinho ameixa caiu no gosto das consumidoras. 


E não é para menos! Eu achei a cor linda assim que vi! É meu primeiro batom mais "escurão" e acho que acertei na escolha pois assim que testei já aprovei de cara!

Dos três, ele é o único com acabamento matte, achei a durabilidade muito boa assim como a fixação! Para o dia a dia, apliquei ele e tirei o excesso com um lencinho. Fica um pouco mais suave e com uma cor linda, forte mas sem ser muito vibrante. Já ele aplicado com generosidade fica assim:



Acho que ele vai ser um queridinho nos próximos meses! 
Comprei ele com a Monika da Bijin & Binan Store lá no Facebook! :)
Um beijo,

Amanda

segunda-feira, 27 de abril de 2015

O batom Petit Red da Julia Petit para MAC!

Confesso que relutei muito para não comprar nada da coleção da Julia para a MAC, mas os produtos estavam tão lindos, as cores tão incríveis que foi difícil resistir. Mas o que pesou mesmo é que a Julia Petit é uma profissional que sempre admirei e ver uma brasileira alcançando um vôo tão longe é algo que não podemos deixar passar despercebido. 


O Petit Red foi inspirado num lápis de boca retrátil da MAC que a própria Julia usava muito mas que acabou sendo descontinuado. Ela teve como base esta cor para criar este vermelho lindo:


Possui acabamento Satin, meu preferido da MAC. Há quem ame os mattes, eu sou time Satin :)
O que mais gostei é que este vermelho puxa um pouco para o cereja, fica bem vivo nos lábios e o que mais me chamou a atenção foi a durabilidade! Ficou o dia inteirinho!!!!!!!

A cor nos lábios! Um vermelho vivo com um toque de cereja!

Durabilidade maravilhosa!!!
Comprei com a Monika da Bijin e Binan Store! Muito obrigada Monika! :)

Fiquei na dúvida em qual pegar, queria os três,  acho que ainda quero, hahahahaha!!! Mas só fiquei com dois! O outro mostro num próximo post! 

Um beijo,

Amanda

domingo, 26 de abril de 2015

Diário de Viagem - A Tailândia (parte 2)


As impressões pessoais

Nosso segundo post sobre a Tailândia será diferente! Ao invés de falarmos sobre a viagem, passo a passo, resolvemos mesclar três opiniões sobre o mesmo lugar. Acho que é interessante ter vários pontos de vista sobre uma mesma situação e é isso que vocês irão poder conferir logo abaixo! Vivi, Silvia e eu comentamos um pouco sobre 5 pontos específicos relacionados à Tailândia: como surgiu a vontade de conhecer o país, o que achamos do lugar, das pessoas, da comida e um momento especial!


Confiram abaixo nossas impressões!





1- A vontade
(Como surgiu a vontade de conhecer a Tailândia)

Vivi -  Muitos amigos já tinham ido! Queríamos viajar mas um destino próximo seria o melhor, já que não tínhamos experiência e um medo sempre bate! Estávamos indecisos entre Tailândia ou Indonésia, porque Rogério gosta de surfar! Mas pelas fotos das praias e relatos nos blogs de viagem e amigos, a Tailândia parecia ser um bom lugar para descansar e curtir as praias! Na verdade, vontade não era problema. O que mais nos preocupava era ser caro viajar para outro país. No fim vimos que já deveríamos ter ido a muito tempo!

Silvia - A Tailândia nunca foi um sonho para mim. Acho que tinha na cabeça que é logo ali (coisa que faço muito aqui no Japão e é o motivo por ainda não conhecer muitos lugares) e sempre ia adiando... A vontade surgiu quando estávamos decidindo onde poderíamos passar o ano novo sem gastar muito. Decidimos pela Tailândia por ser sempre elogiada pelas belezas de suas praias e pelo seu povo simpático e, afinal, iríamos aproveitar a oportunidade de estar muito mais perto do que depois de voltar ao Brasil, de onde seria muito mais difícil essa viagem acontecer.

Amanda - Lembro que a primeira vez que cogitamos "Tailândia" como um lugar para conhecer foi em 2009, quando fomos para Bali. Estávamos na agência de turismo perto de casa para decidir para onde iríamos viajar. Pensando hoje em dia, a gente era tão inocente, rs. Não tínhamos experiência nenhuma com viagens a lazer. A gente tinha aquilo na cabeça de "aí viajar é impossível", "nunca vai dar" , "gastar dinheiro com isso? Será que vale a pena mesmo?" . E esse pensamento retrógrado e vergonhoso foi nos levando cada vez mais para baixo, para longe do que realmente descobrimos mais tarde ser a felicidade!
Chegou um momento que falamos: temos que viajar e ponto! Na nossa cabeça tava tudo meio misturado, a gente só sabia a quantia que estávamos dispostos a "gastar" nesta "loucura" rs. Primeiro cogitamos ir para a Austrália, rs, e quando perguntamos para a atendente o valor, caímos para trás! Hahahahahahahaha lembro até hoje da nossa cara incrédula! Rs! Cortamos da lista de opções claro! (quem diria que 5 anos depois estaríamos indo para lá! Rs) .
Ai sobrou Bali e a Tailândia pois os valores eram parecidos. A gente decidiu assim: "Bali ou Tailândia???? Hummmm, Bali né? Super mais tranquilo! Ninguém tá indo pra lá!" hahahahahahahaha! 
Não tínhamos pesquisado nada, não sabíamos de nada! Ai só  de lembrar morro de rir com a nossa ingenuidade da época, rs. Naquele ano muitos brasileiros que moravam aqui no Japão estavam indo para a Tailândia, parecia até excursão, rs! Nós sempre fomos avessas à muvuca, locais com muita gente, agitação. Optamos por Bali meramente por parecer mais nosso perfil, ser mais tranquilo, relaxante. E foi exatamente tudo isso e muito mais! (Bali AMOR ETERNO!)
Anos se passaram e amadurecemos muito com relação ao assunto "viagem". Aprendemos a pesquisar, a comparar, a escolher, a comprar, mas acima de tudo, aprendemos o mais importante: a sonhar.
Como perdemos tanto tempo não viajando mais! (Depois de Bali ficamos quase 4 anos sem viajar)
Chegou o momento de escolher um lugar para passar o ano novo de 2014/2015. As economias estavam meio apertadas rs, pois tínhamos acabado de voltar da Grécia. A opção então seria escolher um lugar barato para viajar neste período e tudo nos levou à Tailândia! Tínhamos um pouco de curiosidade também de conhecer já que ao longo desses anos conhecemos muitas pessoas que tinham ido para lá e só falavam maravilhas! Então não tinha como não ser um lugar mágico não é mesmo? 110% das pessoas que vão amam e querem voltar! Então nós também temos que conhecer este paraíso! E foi assim que decidimos!



2- O lugar
(O que achou? As impressões gerais)

Vivi - Phuket e Kata foram a primeira parte da nossa viagem e nos lembrou muito o Brasil! A praia em Kata e a ilha de Raya eram aquilo que estávamos esperando da Tailândia, tranquilidade e belas paisagens! 




Já na ilha em PhiPhi, acho que esperava mais do lugar, porque todos diziam ser o lugar mais lindo por ali! Acho que por ser um local menor, com muito mais turistas, a beleza do local se perde com tantos barcos nas praias! PhiPhi talvez seja melhor para se conhecer em um passeio de um dia ou para quem gosta de conhecer pessoas do mundo todo, porque ali sim, encontramos muitos brasileiros, italianos, suecos e russos! Rs! Dali de PhiPhi fomos fazer um passeio para Maya Bay e para Bamboo Island, outras 2 ilhas que merecem ser visitadas, são magníficas e iremos voltar com certeza nas 2! Achei a Tailândia um país seguro, mas sempre é bom ter cautela e conferir se a nota do restaurante está certa antes de pagar!







Silvia -   O lugar é maravilhoso! As praias são lindas de tirar o fôlego, a água realmente tem aquela cor que vemos nas fotos, o mar tem uma temperatura agradável que dá vontade de ficar o dia inteiro... Bangkok me surpreendeu também. As ruas são bem limpas, o metrô é super moderno! Não é permitido entrar com comida nos metrôs também, por isso é tão limpinho. Meu namorado foi barrado por um funcionário do metrô ao passar com um milkshake pela catraca e pediram que ele terminasse de tomar em um cantinho para depois seguir adiante. Os templos, a parte que mais gostei, são incríveis! Você se deixa envolver por toda aquela energia de tantos e tantos anos e a beleza dos detalhes impressiona muito!

Amanda - Lembro certinho a primeira coisa que senti quando cheguei na Tailândia. Foi uma sensação de "UAU"! Gente tudo moderno lá! Aeroporto lindo, Bangkok tudo funciona, transporte público limpo e eficiente! Amei! A primeira impressão foi excelente, achei até que poderia morar na capital tailandesa, rs. Bangkok me lembra muito São Paulo, centro mesmo sabe, aquela correria, aquela multidão, prédios, trânsito, barulho, cidade grande! Tudo que eu adoro! (Sou mais cidade do que campo, rs)
As praias... Bem, são lindas mesmo, mas acho complicado falar pois conhecemos muito pouco, quase nada é verdade. A famosa Maya Bay é bonita sim, mas, não fez meu coração pular pra fora do corpo como imaginei. O que eu mais gostei foi a temperatura da água na Tailândia. Gente que delicia, eu detesto entrar em água gelada, fria, e lá não é assim! É quentinho, aconchegante, o mar quer te abraçar! Eu ficaria fácil o dia inteiro dentro da água.

As modernas estações de Bangkok

3- As pessoas

Vivi - Os tailandeses em Kata foram mais receptivos! Eles pareciam não ver brasileiros com frequência por ali! Um senhor até nos contou que gosta tanto do futebol do Brasil, que deu o nome de Pelé para o filho! Nós não contamos para ele que ultimamente a popularidade do jogador anda em baixa, kkkk! Os atendentes do hotel e dos passeios também foram muito gentis e solícitos! Parecia algo natural deles. Já em PhiPhi, os vendedores eram um pouco menos simpáticos. Acho que por ter muito turista, eles não precisavam agradar tanto para você gastar ali! Rs! Mas não foram rudes. São pessoas humildes, são parecidos com os brasileiros!

Silvia - Acho que foi o que mais me surpreendeu... Rsrs
Eu estava realmente esperando ser bem recebida pelos tailandeses. Rsrs
Quando fomos para Indonésia só tive boas experiências com os locais, gostavam de conversar, eram bem humorados, educados... E na minha cabeça, achava que os dois países iam ser meio parecidos... Sudeste asiático, praias... Mas eles são bem diferentes. E todo mundo com quem a gente conversava só falava bem das pessoas de lá... Aí a expectativa estava muito alta! Rsrs
Talvez o motivo tenha sido porque escolhemos ficar nas ilhas Phi Phi, onde todos falam que o turismo castigou muito o lugar e ainda por cima fomos na alta temporada, quando todo mundo deve ficar mesmo mais estressado. Escolhemos ficar nas ilhas Phi Phi porque queríamos passar o ano novo lá e por acharmos que iríamos economizar tempo e dinheiro para fazer os passeios para as praias nos outros dias. Por esses dois motivos, não compensou. Porque os hotéis lá são muito mais caros e os passeios não tem um valor muito diferente dos que saem de Phuket e Krabi. E o ano novo foi legal mas para quem não gosta muito de música eletrônica não é uma boa opção. E também não achei banheiro perto do lugar onde acontece a queima de fogos.
Bom, voltando a falar sobre as pessoas, todos os blogs que li falavam que tailandês gosta de negociar, falavam para nunca pagar o valor marcado nas etiquetas... Na minha primeira compra, lá fui eu tentar negociar um valor 50 baht mais barato num chapéu e a vendedora tomou o chapéu da minha mão e me deu as costas! Rsrs
No outro dia, fui tomar o café da manhã no hotel e tínhamos que falar o número do quarto e pegar um ticket na recepção. Quando chegamos lá, a recepcionista falou que já tínhamos pegado o nosso ticket, foi bem grossa como se a gente quisesse tomar o café duas vezes. Depois, saiu e foi conferir no restaurante do hotel e viu que tinha se enganado, falou pra gente tomar o café e virou as costas.
Aí que cometi meu erro. Acho que desanimei nas coisas que estava relevando, por quase todos tentarem enganar a gente, cobrarem taxas que não existiam, serviços sempre muito demorados...
Não vou generalizar de maneira nenhuma mas acabei passando por mais situações que me chatearam nessa viagem do que juntando todas as outras! Rsrs
Aliás, nunca passei situação chata em nenhuma outra viagem, não alguma que tenha me abalado. E o lado bom disso tudo ter acontecido foi uma lição que vou levar pra sempre comigo. A de sempre relevar e não deixar que pequenas coisas estraguem seu momento. Nada disso é pessoal. E todo mundo tem aqueles dias que não está bem, não é verdade?
Também não posso esquecer das pessoas que foram bem legais com a gente, como uma moça do balcão de informações na estação de trem, que nos passou muitas dicas, tirou muitas dúvidas, sempre muito paciente e educada.

Amanda - Bangkok e Phi Phi possuem perfis totalmente diferentes na minha opinião quando o assunto é população local. A capital tem todo aquele clima de cidade grande então as pessoas são muito a cara de São Paulo, parecem que trabalham muito, enfrentam trânsito, correria, tudo muito mas muito parecido mesmo com a nossa metrópole brasileira.
Já em Phi Phi é outra história. A gente conheceu um "outro" tailandês, aquele que vive numa ilha, que nasceu, cresceu e provavelmente  irá morrer levando uma vida calma, mais tranqüila. Nossa barqueiro mesmo nos contou que o pai dele era barqueiro e que ele também era por isso. E provavelmente o filho será, o neto, bisneto, etc. Perguntamos se ele tinha vontade de sair de lá, conhecer outros lugares e ele disse que não, que gostava da vida de lá.

Nosso barqueiro

Este contraste é tão interessante! São ângulos totalmente opostos.
Nós tivemos pouco contato com as pessoas, muitas não estavam no seu melhor dia, rs.  Isso acabou nos chateando um pouco pois todo mundo falava tão bem do povo tailandês que não era possível não ser verdade. Mas a questão é que não podemos generalizar. Não tivemos muita sorte de encontrar muitas pessoas gentis, isso é bem verdade, mas entendemos em grande parte dos casos que na realidade muito daquela postura ranzinza era devido aos maus tratos sofridos por turistas grosseiros. Presenciei cenas horríveis, de turista jogando dinheiro na cara de tailandês, xingando, tratando os locais como lixo. Revoltante! Percebo que aquele povo começa a ficar cansado disso, desse tipo de humilhação por parte de certos "filhinhos de papai" mimados que acham que podem tratar as pessoas como mero serviçais. A Tailândia nos presentiou com um mix de emoções e sensações diferentes todos os dias!



4- A comida
(O que gostou? O que não gostou? O que marcou?)

Vivi - Eu não gosto muito de frutos do mar, então não comi essas iguarias que são frequentes por ali. Mas como vimos uma variedade enorme de restaurantes, todos os dias escolhíamos um diferente! Apenas 2 vezes comemos a comida típica. Na verdade, não sei dizer qual seria o prato típico da Tailândia, só sei que é ardido! Quem gosta de pimenta, vai amar! As frutas são muito gostosas, a goiaba é uma delicia! Mas o que mais gostei foi o Shake de Melancia! É só melancia batida com água e gelo mas era bom demais, super docinho! E tirando alguns restaurantes, não achei o preço das refeições caras, tem para todos os bolsos! Alguns amigos me falaram que tiveram intoxicação alimentar, parece que é frequente por lá... Felizmente não passamos por isso mas é bom ter cuidado, higenizar as mãos antes de comer algo e beber apenas água engarrafada!


Silvia - O que mais gostei de comer na Tailândia sem dúvida foram as frutas! Ou tudo que tivesse fruta!
Frutas para todos os gostos!
Comi frutas todos os dias! Goiaba, manga, mangostim, melão, abacaxi... E muitas outras que nem sei o nome! Passava na barraquinha e saia feliz com um saquinho cheio de frutas cortadas na hora com uma super habilidade e velocidade dos vendedores! Se for pra escolher o que mais gostei, eu digo que foi o sorvete de côco servido na própria casca do côco! Uma delícia!
De salgado, não comi nada que tenha sido muito marcante. Deixei de comer muitas coisas pois tenho alergia a camarão e muitos pratos achei bem gordurosos. Eu não tenho frescura com comida mas tenho medo de passar mal e acabar prejudicando a viagem se acontece alguma coisa... Em Bali comi bastante camarão e pimentas,  nem pensei muito na hora, mas no outro dia acordei cheia de manchas no corpo.

Amanda - Sou uma pessoa sem frescura nenhuma para comida, tanto é que provamos de tudo, tudo que foi possível nós colocamos goela abaixo, rs! Mas, não conheci ainda a famosa cozinha tailandesa nesta viagem. Comi muita coisa gostosa sim, mas nada comparado à fama que a Tailândia tem sobre sua gastronomia. Nós comemos um peixe tão delicioso em Bali, tão inesquecível, que achei que iria encontrar algo semelhante na Tailândia e não foi o caso. Tudo muito bom, mas nada que seja inesquecível como o peixe indonesiano.


5- Um momento

Vivi - O momento mais marcante na nossa viagem, foi sair do aeroporto de Phuket! Foi algo como "Consegui! Estou aqui em outro país!". Dali para frente, tudo me marcou muito! Amei ver o mar de Kata, a areia branca na ilha de Raya, andar no barquinho de madeira (long tail) e achar que iria virar! 





Amei encontrar vocês, Amanda, Silvia e os meninos lá em PhiPhi, passar a virada de Ano Novo pela primeira vez numa praia... Também foi inesquecível o choque da bagagem não ter chego, o não tão bom café da manhã em PhiPhi, o passeio 'forçado' entre as pedras para chegar na praia em Bamboo Island... Todas as memórias desta viagem estarão sempre no meu coração, afinal, fui com a pessoa que mais amo no mundo, meu amor Rogério! E para quem ainda tem vontade mas ainda não conheceu a Tailândia, não pense muito! Arrume as malas e vá! Eu voltarei para lá com certeza!

Silvia - Eu estava em dúvida mas acabei escolhendo 3 momentos que me marcaram na Tailândia.
O primeiro foi quando realmente senti que estava lá! Na correria, a gente acaba nem aproveitando cada momento como deve ser aproveitado. E a primeira vez que realmente olhei em volta e senti: "isso é Tailândia!" foi quando pegamos um nascer do sol incrível, com um céu alaranjado depois de uma noite de chuva contrastando com um mar verde esmeralda belíssimo! Um presente de Deus mesmo! De ficar sem palavras!
O segundo momento foi na noite de ano novo. Eu estava desesperada procurando um banheiro, sentindo que minha bexiga ia estourar e o hotel ficava ainda uns 15 minutos de caminhada. Encontrei o lugar que havíamos jantado nessa noite, o famoso Reggae Bar, e corri pro garçom que tinha nos atendido. Ele estava na rua conversando e perguntei desesperadamente se podia usar o banheiro. Depois que fui reparar que eles já haviam fechado o bar e ele teve que abrir só pra eu usar o banheiro. Pode parecer uma besteira, algo que a gente faz por qualquer um, mas depois de um dia inteiro cruzando com pessoas não muito gentis, é muito bom poder contar com alguém que não vai receber nada em troca por isso! Achei muito legal da parte dele e foi um gesto que não vou esquecer!
O terceiro momento foi quando me ajoelhei e cheguei perto da cabeça do Buda na árvore!


Momento especial


Uma energia difícil de explicar! Tive a sensação de que o lugar era mágico! Aliás Ayutthaya toda parece mágica! Também me emocionei quando vi o enorme Buda reclinado. Acho que vale a pena demais conhecer esse outro lado da Tailândia, o lado histórico! É, com certeza, uma viagem diferente e enriquecedora.

Amanda - O momento mais mágico foi ver o sol nascer e se por! Com certeza algo que nunca vou esquecer.  Foi uma sensação de paz,  tranquilidade e de plenitude única que quero carregar para o resto da minha vida! Outro momento que adorei foi nossa visita à Ayutthaya! Senti uma paz lá! 


Gente não parece que ele está sorrindo também? 

E fechamos aqui nosso fim de semana especial Tailândia! Espero que tenham gostado e não deixem de conferir no nosso canal no YouTube um bate papo tirando algumas dúvidas sobre esta viagem!

Obrigada Vivi mais uma vez pelo carinho e pela atenção!

Um beijo,

Amanda

sábado, 25 de abril de 2015

Diário de Viagem - A Tailândia (parte 1)



Enfim, Tailândia!

Este final de semana será especial! Falaremos só sobre a Tailândia hoje, sábado, e amanhã domingo! Recebemos muitas perguntas sobre nossa viagem e queremos aproveitar também para comentar um pouco nossas impressões já que ainda não fizemos um Diário de Viagem! Porém, para ficar mais dinâmico e divertido convidamos a Vivi para compartilhar conosco suas experiências já que nós viajamos exatamente na mesma semana e para o mesmo local! E foi o mesmo local mesmo pois nos encontramos lá! Hahahahaha! Como este mundo é pequeno!

Neste primeiro post a Vivi nos conta como foi a primeira parte da viagem dela para a Tailândia, mas acima de tudo, ela fala sobre como é fazer a primeira viagem internacional à lazer! Se você ainda tem receio de viajar, não sabe por onde começar, quem sabe a história dela não te inspire?

Com a palavra então, Vivi!

Rogério e eu moramos no Japão há alguns anos e em nossas folgas, visitamos pontos turísticos daqui.
Mas no final de 2014, tivemos o privilégio de realizar uma viagem inesquecível!
E antes de reclamarem por mais um post sobre a Tailândia, já que todo mundo está indo para lá nos últimos tempos, acho legal contar que esta foi nossa primeira viagem internacional a lazer.
Teremos então um ponto de vista totalmente inexperiente no assunto, mas que esperamos poder ajudar aqueles que também tem o desejo, a curiosidade e o medo de conhecer um lugar novo!

PLANEJAMENTO É ESSENCIAL

Sempre tivemos essa vontade em comum de conhecer a Tailândia, mas achávamos ser algo muito caro. Começamos pesquisando em blogs de viagem sobre os locais que gostaríamos de conhecer, uma estação do ano que não tivessem muitas chuvas e datas correspondentes as nossas "férias" do trabalho.
Decidimos pela semana do Ano Novo! E ainda estávamos em abril...
Escolhemos a data de embarque e quanto tempo iríamos ficar fora (uma semana).
Em maio compramos as passagens no site da AirAsia para dia 27 de dezembro por 80 mil yenes + 1 mala cada, ida e volta.
O preço varia muito, então pesquisem várias datas.
Esse preço que pagamos se manteve até agosto. Depois, subiu!
Os hotéis, pesquisamos no site do agoda.com . Mas antes de reservarmos algum, buscávamos referência no tripadviser.com , pois lá as resenhas e fotos são dos próprios hóspedes. Outra dica é optar por aqueles que tenham cofre dentro do quarto!

 UMA JORNADA INESQUECÍVEL

Já era noite quando desembarcamos no aeroporto de Phuket.
Brasileiros não precisam de visto pra entrar na Tailândia, mas no site do consulado tailandês diz "Todos com passaporte brasileiro precisam tomar vacina de febre amarela mesmo estando na Europa ou no Japão, e levar o certificado internacional como comprovante."
Este comprovante é apresentado no balcão de controle de saúde (Health Control), para receber um carimbo de autorização e só depois entrar na fila da imigração.
Como não moramos no Brasil, passamos no Health Control e explicamos que não tínhamos tomado a vacina e nos liberaram o carimbo. Porém na imigração, pediram um documento que provasse residência no Japão. Mostramos nosso 'RG' japonês e assim entramos na Tailândia.
Na próxima, vamos optar pela vacina! Rs!

Quando esperávamos por nossa bagagem, espanto: elas não chegaram! E não chegaram junto com a bagagem de metade das pessoas do nosso voo!
No balcão da AirAsia, nos foi informado que talvez chegasse no dia seguinte. Minha viagem dos sonhos tinha se transformado em pesadelo!!!!

Pegamos o táxi que já havíamos deixado reservado por email com o hotel e seguimos para lá. Após uma hora de viagem de carro, chegamos ao nosso hotel em Kata. Eu estava muito triste pela bagagem e Rogério tentava me animar a todo instante. Na verdade eu estava uma chata e uma hora pensei: "Demoramos um tempão para realizar essa viagem, e agora estou estragando tudo. Não é justo com Rogério"
Então virei pra ele e disse: "Não vai ser uma bagagem que vai nos atrapalhar, amor! Vai ser legal com ou sem ela". Ele abriu um sorrisão e daí pra frente tentamos ver só as coisas boas afinal, reclamar não ia ajudar nada.
Por sorte o comércio em Kata é grande e fica aberto até umas 22, 23 horas. Tem de tudo, roupas, sandálias, biquínis, em lojinhas que lembram muito o comércio popular do Brasil. Comprei uns vestidos e um biquíni e Rogério escolheu umas camisetas e bermudas. Algo para passarmos uns dias até a bagagem aparecer, né!^^
Os vendedores nos perguntavam da nossa nacionalidade e não acreditavam que éramos brasileiros. Muitos perguntavam se nós éramos da Malásia! Eu ria muito! A maioria dos tailandeses foram simpáticos e gostavam de conversar.

E a dica para quando forem gastar é sempre pedir desconto. Antes de comprar, nós já combinávamos: quando o Rogério perguntava o preço, eu falava que não era para comprar porque estava caro e assim o vendedor achava que eu era uma chatona e abaixava o preço para o bonzinho do marido! Rs!
Eles também querem vender, então sempre colocam um preço mais caro, sabendo que os clientes irão barganhar! Até nas lojas de câmbio (que tem em todas as esquinas), nós pedíamos um descontinho e dependendo, eles ajudavam.

Há vários bares também e muita música.
Sobre alimentação, escolhemos os restaurantes que tinham pratos variados. Não podemos reclamar, pois haviam restaurantes para todos os gostos! Se possível, levem aqueles pacotinhos de lenço umedecido (com álcool!) para limpar as mãos antes das refeições! Muitos turistas reclamam de passar mal com intoxicação alimentar, mas nem sempre a culpa é do alimento! Nós não passamos por nenhum problema como esse!

Tailândia é um ótimo lugar para gastar pois 10 dólares equivalia a 320 bahts quando estávamos lá.
Cada vestido, paguei uns 300 bahts e por refeição, gastávamos em torno de 800 a 1.000 bahts.

KATA BEACH

Na manhã seguinte a nossa chegada, fomos conhecer a praia de Kata.
Um ônibus gratuito passava em nosso hotel e em 10 minutos estávamos na praia. Podíamos ir caminhando também, pois era pertinho.



A praia era fascinante. Algumas ondas e água com temperatura muito gostosa! Entretanto, o mais encantador era cor do mar!
Quando entramos no mar, senti que todo esforço economizando até chegar ali, tinha valido muito a pena!
Um ponto legal sobre Kata é ser uma praia bem familiar, muitas crianças e também vovôs e vovós curtindo por ali! E muitos e muitos russos. Famílias, jovens, velhos, todos os russos fora da Rússia estavam ali. Rs!


Não encontramos nenhum brasileiro, por incrível que pareça. Acho que Kata não é um destino muito conhecido. Fomos por indicação de nossos primos pois queríamos um lugar para relaxar! Por ali haviam algumas barraquinhas de sucos, comidas e alguns ambulantes, mas bem poucos.
Nós amamos essa praia e já queremos voltar logo para lá.

RAYA ISLAND

Dentro do hotel que ficamos, marcamos um passeio para conhecer a ilha de Raya (ela também é conhecida como Racha!). 
O passeio incluía uma van que nos buscava no hotel até o porto para pegarmos uma lancha (Speed Boat), equipamento de mergulho, almoço e café da tarde na ilha;  depois nos trazia de volta ao hotel no fim do dia.  
Pagamos 2300 baths por pessoa e às 8h30 da manhã a van passou para nos buscar.
Se eu fiquei encantada com a praia de Kata, quando chegamos em Raya, meu coração pensou que não iria aguentar! 
Foi de longe a praia mais linda que já vi em toda minha vida! Areia branca e mar com vários tons de azul e verde, sem explicação!
Agradeci a Deus por me deixar chegar até ali!
Saí do Speed Boat e fiquei na praia com um pequeno grupo, Rogério partiu para fazer mergulho com outro. 
 Ele contou que pôde nadar com muitos peixes coloridos e se encantou! 



Quando estava sozinha na praia, uma turista chinesa muito simpática queria conversar comigo, mas não falava uma palavra em inglês! Usamos muito do idioma universal das mímicas, mas estava meio complicado, não entendi nem o nome dela. Mas foi muito legal e engraçado! 
Depois de uma hora, Rogério voltou e curtimos a ilha! 
O almoço foi com mesas sobre a areia, debaixo das árvores. Comida típica tailandesa, saborosa e por sorte, não estava muito apimentada. Sentamos junto com alguns turistas russos, que não estavam muito a fim de fazer amizade, rs!
Na ilha haviam poucos turistas e lá também não encontramos brasileiros. Havia uma pequena loja de conveniência, um banheiro com chuveiro que eram pagos para uso. O clima estava muito gostoso, uns 30° e a tarde, choveu, agitando um pouco o mar para nossa volta. 
Eu sou medrosa e confesso que fiquei com medo e até rezei por alguns instantes! Mas é seguro (acho!), eu que sou boba mesmo! 
Se você for a Tailândia, não deixe de conhecer Raya! 
Foi um lugar que valeu muito a pena visitar!



Ficamos mais uns dias em Kata e depois fomos conhecer outra ilha, PhiPhi! 
Todos perguntam se gastamos muito e acho que essa é a primeira preocupação de viajantes iniciantes! 
Era nossa preocupação também!


Vimos que não é preciso economizar tanto assim! Na verdade, fizemos um cofrinho e com o que juntamos, pagamos hotel e tudo que gastamos na Tailândia! 
Se você conseguir planejar com antecedência como nós fizemos, não tem  preocupação com grana! 
É só tentar não sofrer tanto com a ansiedade depois! Rs! 
Outro detalhe é não levar muita roupa e se possível, leve na mala de mão! Lá as roupas são baratas e a gente sempre quer comprar alguma coisa, né! 
Não deixem de provar o Shake de Melancia! 
E caso acontecer algo que não está previsto, pense que para melhorar, basta um outro ponto de vista! Não deixe que sua viagem dos sonhos se perca por algum aborrecimento! 
Ah, nossa bagagem chegou certinha depois de 2 dias, um dia depois do meu aniversário! Que presente de grego, digo, tailandês esse que recebi, não é mesmo! ^^
Vou deixar mais fotos da viagem no meu blog: gangdamakeup.com 
Obrigada Clube da Necessarie pela oportunidade em contar minha história! 

 Beijos e até a próxima trip! 

E a aventura continua no próximo post!


Beijos,

Vivi e Amanda

quinta-feira, 23 de abril de 2015

Dicas de passeios para o Golden Week - Restaurante da Alice no País das Maravilhas em Nagoya!

A dica de passeio de hoje é para quem mora em Aichi e região! Que tal conhecer o restaurante com o tema da Alice no País das Maravilhas?


O Alice in the silver screen é um espaço totalmente temático que visa recriar a fantasia do mundo da Alice. Já há vários semelhantes espalhados em Tóquio, mas em Nagoya este é o primeiro. A inauguração ocorreu no dia 27/3 no Parco.




O menu também é todo temático é claro!!



Informações

1. Endereço: Nagoya-shi , Naka-ku, Sakae 3-29-11 Nagoya PARCO midi 3F 
2. Telefone 052-249-8677 3. Horário: almoço 11:00-15:00, café 14:00-17:00, jantar 17:00-23:30 



Que tal???

Um beijo,

Amanda